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Apresentados

Jerónimo Dias Leite

O primeiro a escrever acerca da Madeira Jerónimo Dias Leite nasce na Madeira, em 1530, filho de Gaspar Dias, alfaiate, e de Isabel Fernandes. Batizado a 14 de março de 1540, vem a falecer em 1598, em lugar não conhecido. É irmão de Gaspar Leite, advogado que estudou em Coimbra, entre 1578 e 1584, o qual, por constar da lista dos que foram objeto de um imposto – o finto, que recaiu sobre os cristãos novos residentes na Madeira em princípios do século XVII, estabelece para toda a família o estatuto de cristã-nova. Uma vez que não existe a sua imagem em lugar algum, solicitei à IA, mediante os parâmetros conhecidos acerca de Jerónimo Dias Leite, que criasse uma. O que apresentamos é o resultado, desconhecendo-se se é semelhante ou muito diferente. Seja como for, deu o resultado que procurávamos que foi dar vida a tão importante figura da história da ilha da Madeira. Jerónimo Dias Leite, depois dos estudos, integra o clero diocesano.  Em 1573 surgem referências de ser escrivão do cabid...

António da Cunha Telles

O homem da sétima arte



António da Cunha Telles nasce no Funchal, a 26 de fevereiro de 1935. Vem a falecer em Lisboa a 24 de novembro de 2022.
Estuda em Lisboa, e parte para Paris, França, na década de 1950, onde se forma em cinema no Instituto de Altos Estudos Cinematográficos (IDHEC).
Este período é fundamental por permitir o contacto direto com a "Nouvelle Vague" francesa, um movimento que influenciaria profundamente a sua visão artística.

Regressa, mais tarde, a Portugal. 
A estreia na realização, acontece com a longa-metragem "O Cerco" (1970), considerada um marco do Cinema Novo. Aborda as tensões sociais e o isolamento na sociedade portuguesa da época.
 
Mas notabiliza-se também com outras películas como "Meus Caros Amigos" (1999) e "Kiss Me" (2004).

Além da realização, Cunha Telles é também produtor. Nesta vertente deixa uma marca.
A "Animatógrafo", a sua empresa de produção, é responsável por financiar e viabilizar algumas das obras mais icónicas do cinema português.
Produz filmes  como "Os Verdes Anos" (1963), de Paulo Rocha e "Belarmino" (1964) de Fernando Lopes, que se tornaram pedras relevantes do movimento.

A capacidade de produzir filmes com visão de autor, enfrentando contratempos financeiros, contribui para cimentar o seu trabalho em prol do cinema em Portugal.
Os críticos não têm dúvida em reconhecer que a obra de António da Cunha Telles é essencial para a renovação e internacionalização do cinema português.
A sua visão e resiliência moldam uma geração de cineastas, permitindo que muitas histórias passem do papel para a película.
Deste modo, é uma das figuras mais importantes e influentes da história do cinema português, reconhecido tanto como realizador quanto como produtor. 
A sua vida é dedicada à sétima arte, desempenhando um papel fundamental no movimento Cinema Novo Português.

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