Paulo Cafôfo
O carismático que conquistou o Funchal
Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo nasce a 18 de maio de 1971, no Funchal, na freguesia de Santa Luzia.
Os primeiros anos de escola começam no Convento de Santa Clara, na capital madeirense. Dali, segue para o colégio de Santa Teresinha, os Salesianos e, finalmente, a APEL, onde termina o secundário.
Paulo Cafôfo, tal como a mãe, professora, licencia-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Abraça a docência na cadeira que se formou, História.
Estas vertentes associativas dão-lhe visibilidade, ao ponto de ser convidado para liderar o projeto que pretende retirar a Câmara Municipal do Funchal, pela primeira vez, ao PSD-Madeira.
Entra na política sem ser filiado em nenhum partido.
Encabeça a "Coligação Mudança" ao maior município da Região Autónoma da Madeira nas eleições autárquicas de 2013.
Paulo Alexandre Nascimento Cafôfo nasce a 18 de maio de 1971, no Funchal, na freguesia de Santa Luzia.
Os primeiros anos de escola começam no Convento de Santa Clara, na capital madeirense. Dali, segue para o colégio de Santa Teresinha, os Salesianos e, finalmente, a APEL, onde termina o secundário.
Paulo Cafôfo, tal como a mãe, professora, licencia-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Abraça a docência na cadeira que se formou, História.
Exerce em várias escolas da Região Autónoma da Madeira, a par de diversos cargos de direção nos Conselhos Executivos e Pedagógicos.
Paralelamente a esta atividade, é dirigente do Sindicato dos Professores da Madeira e Secretário - Nacional e Conselheiro - Nacional da FENPROF.
Pertence aos órgãos sociais da ARCHAIS (Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira), nomeadamente enquanto membro da Direção e Presidente do Conselho Fiscal.
Mais recentemente, torna-se vice-presidente e coordenador da área de Política do Laboratório de Ideias da Madeira, estrutura que desenvolve uma série de debates com diversas personalidades, tendo em vista as várias áreas da governação Regional e Local.
Paralelamente a esta atividade, é dirigente do Sindicato dos Professores da Madeira e Secretário - Nacional e Conselheiro - Nacional da FENPROF.
Pertence aos órgãos sociais da ARCHAIS (Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira), nomeadamente enquanto membro da Direção e Presidente do Conselho Fiscal.
Mais recentemente, torna-se vice-presidente e coordenador da área de Política do Laboratório de Ideias da Madeira, estrutura que desenvolve uma série de debates com diversas personalidades, tendo em vista as várias áreas da governação Regional e Local.
Estas vertentes associativas dão-lhe visibilidade, ao ponto de ser convidado para liderar o projeto que pretende retirar a Câmara Municipal do Funchal, pela primeira vez, ao PSD-Madeira.
Entra na política sem ser filiado em nenhum partido.
Encabeça a "Coligação Mudança" ao maior município da Região Autónoma da Madeira nas eleições autárquicas de 2013.
A coligação integra o Partido Socialista (PS), o Bloco de Esquerda (BE), a Nova Democracia (PND), o Partido da Terra (MPT), o Partido Trabalhista (PTP) e o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN; entretanto renomeado Pessoas-Animais-Natureza).
Paulo Cafôfo é indicado e convidado pelo Partido Socialista, o principal partido da coligação.
O seu carisma conquista admiradores por todo o lado e é eleito presidente da Câmara Municipal do Funchal no dia 29 de setembro de 2013 com maioria absoluta.
Toma posse a 21 de outubro, tornando-se no primeiro presidente deste município a não ser eleito pelo PSD desde a Revolução dos Cravos e a Constituição de 1976.
É o fim de quase 40 anos de maiorias absolutas do PSD-M no executivo camarário funchalense.
No plano económico e das iniciativas, no seu mandato há uma redução da dívida da câmara, sendo a mais baixa em 15 anos, a realização do primeiro Orçamento Participativo na Região Autónoma da Madeira, a criação da Loja do Munícipe do Funchal, a reabertura do Complexo Balnear do Lido, que tinha sido destruído na aluvião de 20 de fevereiro de 2010 e a definição da reabilitação urbana como o desafio da década para a cidade.
Em 2017, recandidata-se à presidência do Funchal numa nova coligação intitulada "Confiança", de novo constituída pelo PS e BE, mas desta vez com novos parceiros minoritários: Juntos Pelo Povo, Partido Democrático Republicano e Nós, Cidadãos!
É reeleito a 1 de outubro desse ano e toma posse dia 20 do mesmo mês.
Preside à AMRAM - Associação de Municípios da Região Autónoma da Madeira e à CMU - Confederação dos Municípios Ultraperiféricos.
Dois anos mais tarde, a 1 de junho de 2019, renuncia ao mandato de presidente da Câmara Municipal do Funchal para assumir a candidatura a presidente do Governo Regional da Madeira, indicado pelo Partido Socialista, nas eleições legislativas regionais de 2019.
Fica perto, à beira de conseguir governar. Obtém 19 deputados para o PS na Assembleia Legislativa Regional da Madeira (2019-2021), um recorde até então.
Chega a ventilar-se uma coligação com a JPP, que consegue 3 deputados, totalizando 22 deputados, ultrapassando os 21 do PSD.
No entanto, apesar de ainda se falar pela cidade que o CDS-PP, que também teve 3 deputados, se juntaria, a verdade é que seria este partido a juntar-se ao PSD, permitindo que este conseguisse maioria para governar com 24 deputados.
A 25 de julho de 2020 torna-se presidente do Partido Socialista - Madeira, depois de encabeçar a única candidatura.
Em setembro de 2021, após os maus resultados obtidos pelo PS na Madeira, no âmbito das eleições autárquicas de 2021, em que a coligação PSD/CDS derrota o PS e vence a Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo renuncia ao cargo de presidente do PS/Madeira e ao mandato de deputado à Assembleia Legislativa Regional.
Em 2022 é convidado a integrar o Governo da República, onde, a partir de março de 2022, passa a ser Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas do XXIII Governo Constitucional.
Em dezembro de 2023, depois dos maus resultados obtidos pelo PS nas eleições regionais da Madeira, em que desce de 19 para 11 deputados, é novamente eleito presidente do PS - Madeira, tendo sido o único candidato que se apresentou às eleições internas.
É eleito deputado na ALM onde lidera o grupo parlamentar.
Em 2024, é também eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Madeira.
Paulo Cafôfo é indicado e convidado pelo Partido Socialista, o principal partido da coligação.
O seu carisma conquista admiradores por todo o lado e é eleito presidente da Câmara Municipal do Funchal no dia 29 de setembro de 2013 com maioria absoluta.
Toma posse a 21 de outubro, tornando-se no primeiro presidente deste município a não ser eleito pelo PSD desde a Revolução dos Cravos e a Constituição de 1976.
É o fim de quase 40 anos de maiorias absolutas do PSD-M no executivo camarário funchalense.
No plano económico e das iniciativas, no seu mandato há uma redução da dívida da câmara, sendo a mais baixa em 15 anos, a realização do primeiro Orçamento Participativo na Região Autónoma da Madeira, a criação da Loja do Munícipe do Funchal, a reabertura do Complexo Balnear do Lido, que tinha sido destruído na aluvião de 20 de fevereiro de 2010 e a definição da reabilitação urbana como o desafio da década para a cidade.
Em 2017, recandidata-se à presidência do Funchal numa nova coligação intitulada "Confiança", de novo constituída pelo PS e BE, mas desta vez com novos parceiros minoritários: Juntos Pelo Povo, Partido Democrático Republicano e Nós, Cidadãos!
É reeleito a 1 de outubro desse ano e toma posse dia 20 do mesmo mês.
Preside à AMRAM - Associação de Municípios da Região Autónoma da Madeira e à CMU - Confederação dos Municípios Ultraperiféricos.
Dois anos mais tarde, a 1 de junho de 2019, renuncia ao mandato de presidente da Câmara Municipal do Funchal para assumir a candidatura a presidente do Governo Regional da Madeira, indicado pelo Partido Socialista, nas eleições legislativas regionais de 2019.
Fica perto, à beira de conseguir governar. Obtém 19 deputados para o PS na Assembleia Legislativa Regional da Madeira (2019-2021), um recorde até então.
Chega a ventilar-se uma coligação com a JPP, que consegue 3 deputados, totalizando 22 deputados, ultrapassando os 21 do PSD.
No entanto, apesar de ainda se falar pela cidade que o CDS-PP, que também teve 3 deputados, se juntaria, a verdade é que seria este partido a juntar-se ao PSD, permitindo que este conseguisse maioria para governar com 24 deputados.
A 25 de julho de 2020 torna-se presidente do Partido Socialista - Madeira, depois de encabeçar a única candidatura.
Em setembro de 2021, após os maus resultados obtidos pelo PS na Madeira, no âmbito das eleições autárquicas de 2021, em que a coligação PSD/CDS derrota o PS e vence a Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo renuncia ao cargo de presidente do PS/Madeira e ao mandato de deputado à Assembleia Legislativa Regional.
Em 2022 é convidado a integrar o Governo da República, onde, a partir de março de 2022, passa a ser Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas do XXIII Governo Constitucional.
Em dezembro de 2023, depois dos maus resultados obtidos pelo PS nas eleições regionais da Madeira, em que desce de 19 para 11 deputados, é novamente eleito presidente do PS - Madeira, tendo sido o único candidato que se apresentou às eleições internas.
É eleito deputado na ALM onde lidera o grupo parlamentar.
Em 2024, é também eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Madeira.

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