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Apresentados

Avelino Farinha

O senhor construção José Avelino Aguiar Farinha nasce na Calheta a 24 de agosto de 1959. Inicia a formação no Seminário Dehoniano, Colégio Missionário Sagrado Coração, no Funchal, onde estuda durante 5 anos. Seguem-se mais 2 anos em Coimbra. Inicia a sua atividade profissional como topógrafo no Gabinete de Apoio às Autarquias Locais. Cedo dá os primeiros passos como empresário. Constitui, com 20 anos, a empresa “Avelino Farinha & Agrela, Lda.”, à qual se seguem outras em diversos setores, tais como a construção civil, obras públicas e atividades complementares, hotelaria, imobiliário, tratamento de resíduos e ambiente, aviação executiva, concessões rodoviárias e comunicação social. Em 1981, a constituição daquela empresa dá origem à criação do grupo AFA. É através da AFA SGPS, uma sociedade detida pela Calheta SGPS, de que José Avelino Farinha é o único acionista, que o empresário controla todas as empresas do grupo.  Com sede na Calheta, a sociedade apresenta um capital social...

Joaquim de Oliveira Álvares

Um madeirense “brasileiro”



Joaquim de Oliveira Álvares nasce na Madeira em 19 de novembro de 1776. Falece em Paris, em 1835.

Completa os estudos preparatórios em Inglaterra.

Regressa a Portugal e frequenta a Universidade de Coimbra, onde se forma em Matemática e Filosofia.

Ingressa, depois, na Marinha.


Combate contra os franceses e é feito prisioneiro. No entanto, depois consegue fugir.


Deixa a Marinha e alista-se no Exército. 

Em 1804 é transferido para o Brasil, como capitão de artilharia da legião de voluntários de São Paulo. 

Três anos mais tarde é promovido a major comandante desta legião, sendo enviado para o Rio Grande do Sul, onde foi promovido a tenente-coronel em 1810.


Participa nas campanhas de 1811 e de 1812.
É promovido a coronel e depois a brigadeiro, em 1814.


Comanda as forças de cavalaria, que na Guerra contra Artigas, vencem as tropas inimigas na Batalha de Carumbé, derrotando a José Antonio Berdún, participou depois da Batalha de Catalão.


Em 1820, terminada a guerra, doente, muda-se para Santa Catarina. Depois, ruma a norte para o Rio de Janeiro.
Em 7 de janeiro de 1822 é promovido a marechal.

Na cidade carioca é membro do 'Clube Conspirado', apoiando D. Pedro I na Independência do Brasil.


Em 11 de janeiro de 1821, comanda as tropas locais que resistem às tropas portuguesas do general Avilez, que querem que D. Pedro I cumpra o decreto de D. João VI e retorne à Europa, para aprimorar a educação. 


É nomeado ministro da Guerra, entre 16 de janeiro a 27 de julho de 1822. Deixa o governo por doença. 

Regressa ao ministério, entre 24 de julho de 1828 e 4 de agosto de 1829. Negocia um tratado de paz com a Argentina. 


É eleito deputado provincial pelo Rio Grande do Sul. 


Em 1830 parte para Londres para receber uma herança deixada pelo irmão, comerciante na capital inglesa. 

Da herança investe 80 mil libras na compra de títulos brasileiros, valorizando os títulos em Londres.


Mais uma vez adoentado, desta feita, na Europa, muda-se para Paris, onde falece em 1835, sendo sepultado no Cemitério do Père-Lachaise.

Recebe a comenda da Imperial Ordem de Avis, depois nomeado oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro, em 1825 e grã-cruz da recém criada Imperial Ordem da Rosa, em 1829.


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