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Apresentados

Jerónimo Dias Leite

O primeiro a escrever acerca da Madeira Jerónimo Dias Leite nasce na Madeira, em 1530, filho de Gaspar Dias, alfaiate, e de Isabel Fernandes. Batizado a 14 de março de 1540, vem a falecer em 1598, em lugar não conhecido. É irmão de Gaspar Leite, advogado que estudou em Coimbra, entre 1578 e 1584, o qual, por constar da lista dos que foram objeto de um imposto – o finto, que recaiu sobre os cristãos novos residentes na Madeira em princípios do século XVII, estabelece para toda a família o estatuto de cristã-nova. Uma vez que não existe a sua imagem em lugar algum, solicitei à IA, mediante os parâmetros conhecidos acerca de Jerónimo Dias Leite, que criasse uma. O que apresentamos é o resultado, desconhecendo-se se é semelhante ou muito diferente. Seja como for, deu o resultado que procurávamos que foi dar vida a tão importante figura da história da ilha da Madeira. Jerónimo Dias Leite, depois dos estudos, integra o clero diocesano.  Em 1573 surgem referências de ser escrivão do cabid...

Joaquim de Oliveira Álvares

Um madeirense “brasileiro”



Joaquim de Oliveira Álvares nasce na Madeira em 19 de novembro de 1776. Falece em Paris, em 1835.

Completa os estudos preparatórios em Inglaterra.

Regressa a Portugal e frequenta a Universidade de Coimbra, onde se forma em Matemática e Filosofia.

Ingressa, depois, na Marinha.


Combate contra os franceses e é feito prisioneiro. No entanto, depois consegue fugir.


Deixa a Marinha e alista-se no Exército. 

Em 1804 é transferido para o Brasil, como capitão de artilharia da legião de voluntários de São Paulo. 

Três anos mais tarde é promovido a major comandante desta legião, sendo enviado para o Rio Grande do Sul, onde foi promovido a tenente-coronel em 1810.


Participa nas campanhas de 1811 e de 1812.
É promovido a coronel e depois a brigadeiro, em 1814.


Comanda as forças de cavalaria, que na Guerra contra Artigas, vencem as tropas inimigas na Batalha de Carumbé, derrotando a José Antonio Berdún, participou depois da Batalha de Catalão.


Em 1820, terminada a guerra, doente, muda-se para Santa Catarina. Depois, ruma a norte para o Rio de Janeiro.
Em 7 de janeiro de 1822 é promovido a marechal.

Na cidade carioca é membro do 'Clube Conspirado', apoiando D. Pedro I na Independência do Brasil.


Em 11 de janeiro de 1821, comanda as tropas locais que resistem às tropas portuguesas do general Avilez, que querem que D. Pedro I cumpra o decreto de D. João VI e retorne à Europa, para aprimorar a educação. 


É nomeado ministro da Guerra, entre 16 de janeiro a 27 de julho de 1822. Deixa o governo por doença. 

Regressa ao ministério, entre 24 de julho de 1828 e 4 de agosto de 1829. Negocia um tratado de paz com a Argentina. 


É eleito deputado provincial pelo Rio Grande do Sul. 


Em 1830 parte para Londres para receber uma herança deixada pelo irmão, comerciante na capital inglesa. 

Da herança investe 80 mil libras na compra de títulos brasileiros, valorizando os títulos em Londres.


Mais uma vez adoentado, desta feita, na Europa, muda-se para Paris, onde falece em 1835, sendo sepultado no Cemitério do Père-Lachaise.

Recebe a comenda da Imperial Ordem de Avis, depois nomeado oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro, em 1825 e grã-cruz da recém criada Imperial Ordem da Rosa, em 1829.


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