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Apresentados

Eduardo Pereira

O pai das 'Ilhas de Zargo' Eduardo Clemente Nunes Pereira nasce em Câmara de Lobos, a 23 de novembro de 1887. Viria a falecer no Funchal, a 3 de março de 1976.  Estuda no Liceu do Funchal, na área de letras. Segue-se o seminário onde obtém o curso de Teologia.  A 17 maio 1913, é ordenado presbítero no Colégio dos Inglesinhos, em Lisboa. Celebra a  primeira Missa Nova na igreja de São Sebastião de Câmara de Lobos a 13 junho de 1913. Está adstrito à sé do Funchal e fica com as paróquias da Quinta Grande e do Campanário.  Em 1916, a 1.ª Grande Guerra leva Eduardo Pereira a frequentar a Escola de Oficiais Milicianos em Lisboa. Não obstante, a morte prematura de pai  permite regressar mais cedo à Madeira. Na ilha, reparte a sua atividade pelo sacerdócio, ensino, jornalismo e atividade literária. Desempenha o cargo de procurador na Junta Geral do Funchal. Começa a escrever na revista Esperança, dos alunos do Seminário. Chega a chefe de redação da 'Quinzena Religiosa',...

Paulo Sousa

Um engenheiro na Venezuela


Paulo Mariano de Sousa Aljustrel nasce na Venezuela.
O pai, de apelido Sousa, madeirense, natural de São Martinho, vai para aquele país sul-americano quando tem 18 anos. Em 1949.
Depois de um percurso longo chega à Venezuela no ano seguinte à procura de novas oportunidades.
Paulo Aljustrel nasce a 17 de Julho de 1955. Em Caracas.
Estuda e forma-se em engenharia civil pelas universidades de Santa María (Venezuela, 1984) e de Coimbra (Portugal, 1991).
É membro do Colégio de engenheiros da Venezuela.

Complementa as licenciaturas com os cursos de Administração de Empresas e Elementos da Gestão de Construção.
Faz ainda o programa de Ampliação em gestão da construção, na Universidade Metropolitana, em 1986.
Trabalha por conta própria. Faz gestão de projetos e de obras.
Tem tido a preocupação de estar ligado à vida associativa. Já foi diretor, em três períodos diferentes, do Centro Português de Caracas.
Também já foi diretor no Instituto Português de Cultura.
É conselheiro da junta diretiva do “Lar de la tercera edad, Padre Joaquim Ferreira” e membro do Congresso das Comunidades Madeirenses.
Está ligado igualmente à comissão do Dia da Madeira na Venezuela, que culmina com um grande jantar no Dia 1 de Julho, Dia da Região Autónoma da Madeira. Além disso tem muita música e outras atividades culturais.
A mulher, que conheceu na Venezuela, trabalha no Consulado de Portugal. Por isso, ambos estão em contacto permanente com a comunidade portuguesa e madeirense.
Junta-se a estes fatores o desejo renovado de vir de férias à Madeira. O que o faz quase todos os anos.
Admite que vive bem integrado na sociedade venezuelana, que se depara com um problema que afeta a todos que é a insegurança e ainda as mudanças legislativas que nem sempre dão tempo às empresas se adaptarem e resultam em pesadas coimas.

(2010)

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